Professor paga R$ 900 para comprar carro e vendedor 'desaparece'
Quantia serviria de entrada para aquisição de um Uno de R$ 4 mil.
Endereço informado de loja em Presidente Venceslau era falso.
A Polícia Civil registrou neste sábado (20), por volta das 19h45, em Presidente Prudente, um boletim de ocorrência de estelionato. Conforme o documento a vítima, um professor de 40 anos, teria visto um carro em um site de compras e se interessado, porém, após depositar a quantia solicitada pelo “vendedor” para ter o produto, percebeu ter caído em um golpe.
De acordo com o relato do professor aos policiais, no dia 17 deste mês ele contou que viu um Uno à venda por R$ 4 mil que estava disponível em uma loja de vendas de automóveis usados, emPresidente Venceslau.
Ao entrar em contato com um funcionário do local, foi informado de que deveria depositar a quantia de R$ 1 mil de entrada, entretanto, o homem alegou só ter R$ 900. O vendedor concordou com o valor, passou os dados de uma conta bancária para depósito e afirmou que no outro dia lhe entregaria o carro em sua casa.
Como o funcionário não chegou com o veículo, a vítima voltou a ligar para a loja e foi informada de que haviam “problemas” com essa venda e que a proprietária do estabelecimento lhe explicaria a situação, segundo o depoimento. A mulher informou que o Uno era consignado e que para liberar a venda, era preciso que fosse depositado o restante do valor, mas o professor não concordou.
Foi então que o homem decidiu ir até a cidade onde a loja funcionava para conversar pessoalmente, já que o telefone não atendia mais. Ao chegar no endereço, foi constatado que se tratava de uma loja de veículos 0 km e que os nomes indicados por ele eram desconhecidos, momento que percebeu se tratar de um golpe.
O homem ainda disse aos policiais que foi informado de que outra pessoa havia sido vítima do mesmo crime. Até o momento, ninguém foi detido. A polícia investiga o caso.
Como o funcionário não chegou com o veículo, a vítima voltou a ligar para a loja e foi informada de que haviam “problemas” com essa venda e que a proprietária do estabelecimento lhe explicaria a situação, segundo o depoimento. A mulher informou que o Uno era consignado e que para liberar a venda, era preciso que fosse depositado o restante do valor, mas o professor não concordou.
Foi então que o homem decidiu ir até a cidade onde a loja funcionava para conversar pessoalmente, já que o telefone não atendia mais. Ao chegar no endereço, foi constatado que se tratava de uma loja de veículos 0 km e que os nomes indicados por ele eram desconhecidos, momento que percebeu se tratar de um golpe.
O homem ainda disse aos policiais que foi informado de que outra pessoa havia sido vítima do mesmo crime. Até o momento, ninguém foi detido. A polícia investiga o caso.
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