A companhia criou um tipo de aerador. Ele recebe o ar com mau cheiro gerado dentro das estações e, com a ajuda de bactérias, o gás sulfídrico (responsável pelo odor ruim) é oxigenado e perde sua característica agressiva às narinas - aquele cheiro de ovo podre.
A umidificação dessa mistura gera bactérias que funcionam como filtros biológicos, oxidando o gás sulfídrico gerado nas estações de tratamento. O transporte do ar com mau cheiro até o contêiner é feito por dutos.
Caso o projeto seja aprovado, a Sabesp prevê que no decorrer de 2013 os contêineres estejam em funcionamento em 490 unidades existentes no Estado de São Paulo.
Fonte: Portal Prudentino

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