segunda-feira, 18 de março de 2013

ONGs lutam por canteiros centrais na Raposo Tavares


A Associação em Defesa do Rio Paraná e Mata Ciliar (ONG Apoena) e o Núcleo de Desenvolvimento da Região de Presidente Prudente (ONG Proderpp) encaminharam documento ao Ministério Público (MPE) onde sugerem a alteração do projeto de duplicação de parte da rodovia Raposo Tavares, na qual prevê-se a instalação de muretas e não canteiros centrais.
Estas entidades, bem como o Grupo de Atuação Especial em Defesa do Meio Ambiente (Gaema), acreditam que as muretas oferecem riscos à segurança tanto dos motoristas e ocupantes de veículos, como à fauna local impedindo que os animais silvestres cruzem a rodovia elevando a chance de atropelamento destes. Muitos casos de acidentes estão registrados quando motoristas ao tentarem desviar de animais, às vezes mortos, fazem manobras perigosas.
Como bem lembrou jornal diário da região, instalar canteiro gramado central e não mureta para dividir a rodovia tem como objetivo a segurança dos usuários e não é “apenas mudança estética” na via.
Para que a rodovia Raposo Tavares adote canteiro gramado central e não muretas, fazem-se necessárias, também, as participações ativas e decisivas dos políticos, da sociedade, das ONGs, associações, entidades civis e religiosas, além da população da região. Nos próximos dias o governador de São Paulo visitará a região, ocasião propícia para solicitar sua intervenção a favor do pleiteado pelas ONGs, ou seja, a instalação na via Raposo Tavares de canteiro gramado central ao invés de muretas nos trechos ainda sem proteção entre as pistas de rolamento.

Nenhum comentário:

Postar um comentário