A menina ficou 36 dias desaparecida e foi encontrada no início de agosto. Os pais adotivos tem a guarda definitiva desde outubro do ano passado. A mãe é considerada foragida.
João seria tio de Maiza, a esposa dele, Jane, é irmã do pai biológico. O casal
não conhecia a menina até quando ela tinha 2 anos. Na ocasião, os pais
biológicos de Maiza vieram de Rondonópolis, MT, e trouxeram a menina. O pai
adotivo, João Carvalho, disse que ouviu deles algo que mudaria a vida da
família:
Eles então levaram a menina para casa em Bela Vista, MS, e tudo mudou.
Com os filhos já "criados", eles começaram a providenciar a estrutura
necessária para cuidar de uma criança.
João conta que Maiza chegou bem diferente:
"Ela veio pra gente em condições lastimáveis, físicas e psicológicas.
Tivemos que arrumar acompanhamento psicológico imediatamente, colocamos ela na
e escola e cercamos ela de amor. Foi assim que a Maiza se tornou uma criança
doce, sorridente e feliz" relata.
O desaparecimento de Maiza
Mas a
vida da família mudou completamente no dia 30 de junho deste ano.
A família adotiva detém a guarda definitiva da menina desde outubro. A mãe
biológica entrou na justiça pedindo a revogação da decisão, o que não foi
concedido, então ela entrou na justiça com um pedido para visitar a filha. Com
a concessão desse direito, foi agendada a primeira visita.
Maiza
e a mãe biológica no dia 30 de junho, data em que a menina foi levada, em Bela
Vista (MS) (Foto: Facebook / Reprodução)
Na data marcada, a mãe biológica, Gleici,
veio de Rondonópolis acompanhada da advogada e buscou a menina na casa da
família: "Ela estava toda sorridente, nós nunca escondemos nada da Maiza,
ela viu a mãe poucas vezes nos 4 anos que mora com a gente, estava contente
pelo passeio" conta João.
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2018/a/2/KgWGGuTca0V9kBj43GiQ/pai-maiza.jpg)
Nenhum comentário:
Postar um comentário